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ARQUITECTURA E TEATRO . MARCOS HISTÓRICOS FUNDAMENTAIS
26.10.2010
Primeira conferência/conversa, 2 Nov, 19h, Salão Nobre do Teatro Nacional D. Maria II, Lisboa
A iniciativa integra-se nas actividades da TEIA - Teatro Experimentação Inovação Acção que organiza três sessões em torno da relação entre Arquitectura e Teatro, com o mecenato da SECIL e o apoio da Ordem dos Arquitectos.

A primeira conversa tem lugar no próximo dia 2 de Novembro e Luís Soares Carneiro e João Mendes Ribeiro são os oradores.
A entrada é livre.

Teatros e dispositivos teatrais
Luís Soares Carneiro

"A procura de um edifício teatral flexível, capaz de abarcar todas as formas que o teatro assumiu no século XX, tem preocupado directores, encenadores e arquitectos. A compreensão dos motivos pelos quais muitas das tentativas falharam não reside na vontade, nem nos projectos, nem nas realizações. Fica na incompreensão da história dos teatros e do esquecimento de alguns factos básicos...
História, dispositivos, limites e alternativas serão apresentados e analisados."

Luís Soares Carneiro (n. 1959)
Arquitecto e Professor na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, tanto no curso de "Mestrado Integrado" como no "Programa de Doutoramento em Arquitectura". É autor da tese de Doutoramento: "Teatros Portugueses de Raiz Italiana", apresentada em 2003.
Investiga temas relacionados com edifícios teatrais históricos e actuais, assim como temáticas ligadas à habitação plurifamiliar.
Publicou recentemente a monografia "A Estranheza da Estípite, Marques da Silva e o(s) Teatro(s) de S. João.


A Arquitectura como dispositivo de mediação no âmbito teatral
João Mendes Ribeiro

"Procura-se transcender o âmbito mais restrito da arquitectura, para transmitir experiências de permuta com outros campos de conhecimento, nomeadamente o teatro e a dança. O interesse profissional pelas artes cénicas proporciona uma maior consciência do domínio próprio da arquitectura, reinterpretando e questionando os seus limites. Nesta permuta disciplinar, em que se transgride, frequentemente, as convenções, a cenografia é utilizada como experimentação arquitectónica, na procura de novas metáforas para actuar.
A linha conceptual que preside à escolha dos projectos apresentados procura reflectir o espírito contemporâneo de hibridação e experimentalismo numa oscilação clara entre os referentes da arquitectura, da instalação, da escultura e do design. Cruzando um vasto e diversificado quadro disciplinar, os projectos identificados permitem, ainda, explorar a relação dos objectos com o corpo, bem como a passagem de uma materialidade eminentemente arquitectónica para uma leitura plástica do objecto cénico."

João Mendes Ribeiro (n. 1960)
Atrquitecto pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do porto (1986), onde leccionou entre 1989 e 1991. Doutorado em Arquitectura, especialidade Teoria e História, pela Universidade de Coimbra, 2009. Professor Auxiliar no Departamento de Arquitectura da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, na cadeira de Projecto. Reconhecido com diversas distinções e prémios, destacam-se: Prémio
Architécti, Lisboa, 1997 e 2000; Highly Commended, AR awards for emerging architecture, Londres, 2000; Gold Medal for Best Stage Design, 11th International Exhibition of Scenography and Theatre Architecture - Prague Quadrennial 2007; Prémio AICA 2007, Associação Internacional de Críticos de Arte/ Ministério da Cultura, 2008. Nomeado para o European Union Prize for Contemporary Architecture - Mies van der Rohe Award, Barcelona, 2001 e 2005. Em 2006, foi distinguido pela Presidência da República com a Comenda da Ordem dos Infante D. Henrique.

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