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Aires Mateus e Carrilho da Graça apresentam nova sede da EDP
02.11.2010
HOJE
21h
Auditório Nuno Teotónio Pereira, sede nacional da OA
Os arquitectos Manuel Aires Mateus e João Luís Carrilho da Graça vão apresentar, no dia 2 de Novembro, às 21h, no Auditório Nuno Teotónio Pereira, sede nacional da OA, o projecto da nova Sede da EDP para o aterro da Boavista em Lisboa. A sessão será moderada pela presidente da Secção Regional Sul da Ordem dos Arquitectos, Leonor Cintra Gomes.

A apresentação dos dois arquitectos, autores, respectivamente, do projecto do edifício e do Desenho Urbano para a Zona Nascente do aterro, está integrado no Ciclo Passar à Prática da OASRS. A entrada é livre.

Manuel Aires Mateus e Francisco Aires Mateus e João Luís Carrilho da Graça foram os vencedores do concurso de arquitectura por convite promovido em 2008 pela EDP para a sua nova sede e para o desenvolvimento da Proposta de Desenho Urbano para a Zona Nascente do Aterro da Boavista, na perspectiva da sua integração em plano de pormenor.

O sinopse do projecto do edifício sede da EDP é a seguinte: “A história desenhou o gesto fundativo. A história longínqua da cidade ou a história deste aterro conquistado à água, ditaram a implantação destes corpos perpendiculares ao rio. Aprisionando-se uma praça, espaço público, e uma “massa” de ar que significa o edifício. Desenha-se a partir de elementos verticais; modulação, estrutura, infra-estrutura, protecção solar, resolve todo o edifício. Perfis variáveis modelam-se subtilmente num desenho de um relevo suave e contínuo, onde planos se insinuam de forma delicada. Desenho mutável varia com a luz, penumbra ou sombra e com um ponto de vista que a encontra mais proeminente ou mais plana, de mais opaca e misteriosa, a mais transparente e reveladora da vida pulsante no seu interior. O gesto resolve o projecto, protegendo espaços de trabalho com pátios na vertical e funções públicas na praça horizontal”.

Quanto ao Plano de Pormenor do Aterro da Boavista Nascente terá um perfil essencialmente pedonal e vai ser amplamente arborizado. Pretende funcionar como um ‘interface’ entre a zona de Santos e a zona do cais do Sodré e do Rio Tejo, estando prevista a construção de uma zona pedonal sobre a 24 de Julho e a linha do comboio. O plano prevê ainda a construção, na área de acesso ao rio, de um restaurante panorâmico destinado a fazer a ligação com a zona ribeirinha.

Mais em http://www.oasrs.org/conteudo/agenda/noticias-detalhe.asp?noticia=2369

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