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“em casa” - pelo ateliê Carl Turner Architects
10.05.2011
MUDE
21 de Abril a 22 de Maio
“em casa” examina o design e os pormenores de uma típica residência e da vida doméstica britânicas.
Elaborada e produzida pelo ateliê Carl Turner Architects, sediado em Londres, a instalação é composta por cinco struturas individuais – com cada uma delas a representar diferentes partes da casa – incluindo a sala de entrada, a cozinha, a cómoda, a cama e as escadas. Em conjunto, estas partes criam uma casa abstracta num sentido lúdico e articulam ideias da vida doméstica britânica, proporcionando aos visitantes a oportunidade de explorar o design do quotidiano e colocar a questão: o que faz uma casa?.
A instalação é organizada pelo British Council como parte do New Architects: Portugal_UK, o mais recente numa série de programas de Intercâmbio Internacional de Jovens Arquitectos iniciada pela The Architecture Foundation (Londres). O intercâmbio Portugal_Reino Unido, em parceria com a Ordem dos Arquitectos e o MUDE – Museu do Design e da Moda, Colecção Francisco Capelo, permite a criação de uma plataforma para o debate entre jovens arquitectos de ambos os países.
A temática do intercâmbio – casas – é pertinente para a prática actual da arquitectura em Portugal e no Reino Unido, estando a sua relevância reflectida no tema da Trienal de Arquitectura de Lisboa de 2010, Vamos falar de casas.
O intercâmbio teve início em Outubro de 2010, quando os arquitectos britânicos MA Projects, KrausShönberg e Carl Turner Architects se reuniram com três ateliês portugueses – MOOV, Sami e Oliveira + Ruivo. Juntos debateram e exploraram preocupações e interesses em comum sobre casas e habitação.
Na instalação "em casa", o ateliê Carl Turner Architects joga com as diferenças subtis entrea vida doméstica portuguesa e a sua correspondente britânica ao examinar a vida quotidiana e a arquitectura e o design de raízes britânicas.
Utilizando materiais de raíz britânica, como isolamento de lã de cordeiro, “em casa” identifica progressos na abordagem britânica face à sustentabilidade e a eficiência nas novas habitações. As tipologias tradicionais das casas são postas em causa pelos módulos dispersos; assim identificando alterações no modo como hoje em dia utilizamos e nos relacionamos com as nossas casas.
Como parte do programa do MUDE, a instalação procura também subverter o comportamento habitual dos visitantes – não tocar e fazer silêncio – ao incentivar uma experiência mais animada de estar num museu, promovendo a exploração e a interacção com as peças expostas.
Aproveite a oportunidade para desfrutar de perto da instalação “em casa”, explorar os espaços e sentir-se “em casa” no Museu. Descontraia na cama diurna, reúna-se com os amigos à volta da mesa da cozinha, esconda-se debaixo das escadas ou simplesmente páre para uma pausa junto à cómoda, para reflectir sobre a sua experiência da casa britânica.

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