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OA adopta Declaração de Tóquio do CIALP na 25ª Assembleia-Geral da UIA
09.11.2011
A Língua Portuguesa é falada por mais de 270 milhões de pessoas em 4 continentes e 8 países, assim como em muitos outros territórios espalhados pelo mundo.

Em 1946, a Língua Portuguesa esteve entre aquelas que anunciaram, em Londres, a fundação da União Internacional de Arquitectos, mais tarde formalizada em Lausanne, em 1948. Quatro anos mais tarde, em 1952, Lisboa foi a cidade escolhida para o 3º Congresso Mundial de Arquitectura da UIA e o Português foi uma das suas línguas de trabalho.

Um longo caminho foi percorrido desde então. Os Arquitectos de Língua Portuguesa são hoje mais de 130 000 em Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste, assim como em Macau (República Popular da China). Em conjunto representam quase 10% dos arquitectos que estão representados na UIA.

Desde 1991, os Arquitectos destes Países estão unidos no CIALP, o Conselho Internacional dos Arquitectos de Língua Portuguesa. Nos últimos anos, o CIALP tem vindo a melhorar e a fortalecer a sua acção, articulando as associações profissionais destes arquitectos e com presença crescente em organizações internacionais: UIA, AUA (União Africana de Arquitectos), ARCASIA (União dos Arquitectos da Ásia), FPAA (Federação Pan-americana de Associações de Arquitectos) e CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa). Ainda em 2011, o Português tornar-se-á uma das línguas oficiais da União Africana de Arquitectos.

Porém, o CIALP e as associações profissionais de língua portuguesa que o integram necessitam aprofundar o seu caminho na UIA. Algumas destas associações não são ainda membros da UIA. Outras têm estado ausentes da estrutura da UIA nos últimos anos. Todas reconhecem que algo tem que mudar.

Assim sendo, através da presente Declaração, os arquitectos do CIALP na 25ª Assembleia Geral da UIA e que representam a Ordem dos Arquitectos de Angola, o Instituto de Arquitetos do Brasil, a Ordem dos Arquitectos (Portugal) e a Associação dos Arquitectos de Macau assumem o seguinte compromisso:

1. Até à próxima Assembleia da UIA em Durban 2014, procurar-se-á que todas as associações nacionais profissionais de arquitectos de língua portuguesa sejam membros da UIA.

2. Até à próxima Assembleia da UIA em Durban 2014, procurar-se-á reforçar a participação do CIALP e das associações profissionais que a integram na UIA.

3. Até à próxima Assembleia da UIA em Durban 2014, procurar-se-á implementar uma agenda e novos projectos entre o CIALP e a UIA.

4. Até à próxima Assembleia da UIA em Durban 2014, procurar-se-ão criar as condições para que a Língua Portuguesa seja reconhecida como língua de trabalho na UIA.

António Gameiro Presidente do CIALP e da Ordem dos Arquitectos de Angola
Gilson Paranhos Presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil
João Belo Rodeia Presidente da Ordem dos Arquitectos de Portugal
Rui Leão Vice-Presidente da Associação dos Arquitectos de Macau
28 de Setembro de 2011

Ratificado na 13ª Reunião Plenária do Conselho Directivo Nacional da OA

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