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Serpentine Gallery feita de cortiça portuguesa
01.06.2012
Esta notícia foi retirada de www.expresso.pt e é da autoria de Margarida Cardoso.

Os arquitectos suiços Herzog & de Meuron e o artista plástico chinês Ai Weiwi escolherem a cortiça para construir o pavilhão de 2012 da Serpentine Gallery , em Londres e terão a Corticeira Amorim como parceira do projeto.

Quatro anos depois de terem projectado o estádio nacional de Pequim, mais conhecido como o "Ninho do Pássaro", para os Jogos Olímpicos de 2008, o controverso artista chinês e a dupla de arquitectos suiços voltam a trabalhar juntos decididos a aproveitar as potencialidades da cortiça, que descrevem como "um material natural, com fortes mais-valias aos níveis do tacto e do olfacto, de grande versatilidade, o que permite que seja facilmente esculpido, cortado, moldado e formado".

Para isso, escolheram a Corticeira Amorim como fornecedor do "elemento estruturante" da 12ª edição da Serpentine Gallery Pavilion, no Hyde Park, em Londres.

Corticeira orgulhosa

Em comunicado, o presidente da Corticeira António Rios Amorim salienta que "esta parceria resulta da busca incessante da Corticeira Amorim em promover mundialmente as imbatíveis credenciais técnicas e de sustentabilidade deste material natural".

"Ver a cortiça aplicada num projecto arquitectónico com este impacto e de uma estética irrepreensível, é simultaneamente um motivo de orgulho e oportunidade ímpar de demonstrar ao mundo que a cortiça não é apenas um produto único, criado pela natureza, mas é também um material tecnologicamente relevante para o século XXI", diz o empresário. O valor do contrato não foi, no entanto, revelado.

A ideia de construir um pavilhão temporário para a Serpentine Gallery nasceu em 2000 e tornou-se um exercício criativo de referência para os arquitetos convidados, entre os quais estão Oscar Niemeyer, Zaha Hadid, Jean Nouvel, Frank Gehry e, também, os portugueses Souto Moura e Siza Vieira, chamados a participar em 2005.

12 colunas para 12 edições

Os pavilhões mostram, a cada ano, novas soluções, num projecto de construção efémero que consiste numa estrutura com uma área útil de aproximadamente 300 m2, desmontável, para usar no Verão.

Na edição de 2012, Jacques Herzog, Pierre de Meuren e Ai Weiwei apostaram numa abordagem arqueológica que pretende inspirar os visitantes a olhar por baixo da superfície para a sua estrutura.

O conceito deste projeto explora o legado das 11 edições já decorridas, com 11 colunas a simbolizar os pavilhões anteriores e outra representativa da estrutura atual, que suporta uma plataforma flutuante, 1,5 metros do solo.

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