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PROPOSTA PARA UM NOVO MAPA DO HABITAR
30.09.2014
Apresentação pública do mapa e respectivo guião de uma “Proposta para um novo Mapa do Habitar” que possibilitará conhecer as obras que integram a selecção Ordem dos Arquitectos Habitar Portugal 2009/2011.

Poderá conhecer na galeria da Sede Nacional da Ordem dos Arquitectos até dia 28 de Outubro as obras seleccionadas através de um flyer e de uma projecção.

A presente edição Habitar Portugal 09_11, iniciativa do Conselho Directivo Nacional da Ordem dos Arquitectos apresenta uma selecção de obras construídas por arquitectos portugueses, entre 2009 e 2011, em território nacional ou estrangeiro.
Entende-se que, actualmente, muito para além das delimitações regionais, a obra de arquitectura encontra outras formas de se referenciar, nas múltiplas relações que estabelece com o território, com a paisagem, mas também com outras obras, sejam estas próximas ou distantes, procurando os seus meios de fundação, de materialidade, autoreferenciação e criação de uma linguagem própria (o que garante a cada obra a sua singularidade e se mantém no mapa que, agora, se desenha).

Embora seja complexo categorizar um conjunto consistente de elementos e referências que condicionam e enformam a obra de arquitectura na sua heterogeneidade, procurou-se compreender, primeiramente, cada obra em si mesma, a partir das múltiplas expressões que cria na sua relação com o território, com outras obras e, sobretudo, a partir do que cria de novo como espaço de habitar.

Identificaram-se linhas imaginárias, percursos ou itinerários desse novo mapa, que foram sendo determinados pelas ligações e ressonâncias que surgiram por entre as várias obras.

O mapa proposto define-se, então, pelos percursos ou itinerários (linhas) e pelos lugares (pontos). Os percursos correspondem a uma determinada ideia ou tema sobre o habitar, que se vai desdobrando (como se o pensamento acompanhasse o desenrolar dessa mesma ideia, através de expressões muito distintas entre si e, contudo, ambivalentes), permitindo compreender cada uma das obras no seu lugar (pontos) e, num sentido mais vasto, em relação às outras obras no mesmo percurso, por proximidade ou distância. Os lugares, que cada conjunto de obras nas suas ressonâncias construiu, correspondem às qualidades mais expressivas de cada uma das obras, que permitiram determinar a matéria (no sentido de uma ideia que a obra concretiza e constrói) que faz com que duas ou mais obras se relacionem entre si, criem uma ressonância ou sejam uma variação de uma mesma ideia, seja porque criam um ritmo, um diálogo, uma pausa… Pela posição da obra em cada um dos lugares, compreende-se, igualmente, a posição relativa da obra em cada um dos percursos, uma vez que estes correspondem a gradações (sem qualquer escala de atribuição de valor) ou expressões variantes de uma ideia, já em si, múltipla.

Mais informação no site habitar.


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