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Debate HP #03 "Habitar Portugal que não se vê?" em Abrantes
07.07.2015
Cineteatro S. Pedro, Abrantes
11 de Julho, às 18h
no âmbito do 180 Creative Camp

Habitar Portugal que não se vê?
A sobrevivência em arquitectura está em boa parte ligada à visibilidade e a condição de tornar visível é uma prerrogativa dos centros. O que fazer desde o território que está em sombra, afastado, periférico ou invisível? Por outro lado estar afastado da velocidade das coisas contemporâneas traz uma possibilidade de afastamento crítico, de sentido de preservação e de identidade. Será um habitar slow uma afirmação?






Pedro Dias Costa
Delegação do Centro da OA Abrantes
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Fernando Sanchez Salvador
Margarida Grácio Nunes
fssmgn arquitectos, Lisboa
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Inês Moreira
cabincrew/FBAUP, Porto
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Pedro Campos Costa
Campos Costa Arquitectos, Lisboa





O Habitar Portugal 12_14 pretende ser um olhar sobre a produção arquitectónica portuguesa do último triénio a partir de um ponto de vista que articula duas ideias fundamentais. A primeira decorre do momento que o País vive a que, presumimos, a produção de arquitectura não será alheia. O tema proposto - está a arquitectura sob resgate? - estabelece desde logo um contexto onde situar as obras e um enquadramento para as poder ver e analisar. Acreditamos que este é o pano de fundo do espaço onde, ao longo deste tempo, acontecem as práticas arquitectónicas em Portugal cuja maior ou menor presença o HP vai tratar de analisar.
O Habitar Portugal é uma selecção, uma escolha das obras de arquitectura que, a partir de vários programas, lugares, escalas ou condições, se consideram desde o ponto de vista de cada um dos seus comissariados, exemplares, no seu tempo e na sua condição. Esta é a quinta edição do Habitar Portugal o que significa que esta iniciativa acumulou um acervo de cerca de 400 obras ao longo de 15 anos de existência que deve ser valorizado. Os registos desse acervo permitem-nos hoje estabelecer pontos de comparação com a situação actual, as potenciais transformações na prática projectual ou edificatória afectada pelas condições de austeridade e escassez provocadas pelo resgate da Troika. É essa a segunda ideia fundamental, trazer à luz um palimpsesto que resulta das obras que fizeram parte das quatro edições anteriores e assim encontrar os registos que o lastro que elas deixaram faz emergir em contraste ou continuidade com o momento que vivemos. Crise, resgate e palimpsesto são as marcas da condição actual, estão presentes no quotidiano e na paisagem do país onde hoje vivemos. Que impacto têm na arquitectura em Portugal?

Luís Tavares Pereira, Bruno Baldaia, Magda Seifert
Comissariado HP12-14




Habitar Portugal é uma iniciativa da Ordem dos Arquitectos que pretende divulgar uma selecção de obras construídas por arquitectos portugueses, em cada triénio, que pela sua relevância representem e possam dar a conhecer um panorama da arquitectura em Portugal durante cada período.
A presente edição irá reunir uma selecção de obras, concluídas entre 1 de Janeiro de 2012 e 31 de Dezembro de 2014, em território nacional ou estrangeiro.


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