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Habitar Portugal 12-14 nos Jardins Efémeros em Viseu
30.06.2016
Jardins Efémeros
Pavilhão Mundo Português
Rua Dr. José Branquinho
(em frente à Associação dos Bombeiros Voluntários)
Viseu
de 1 a 10 de Julho
Inauguração: 1 de Junho a partir das 17h00
Patrocínio exclusivo Cinca e Mapei

A exposição que se apresenta em Viseu, que integra os Jardins Efémeros, é já a terceira de um conjunto de mostras que percorrerá o país, procurando nas suas diversas manifestações compreender, discutir e reportar o estado e a condição da arquitectura portuguesa que hoje vivemos.

Tendo tido a sua apresentação inaugural na Galeria Municipal do Porto no início deste ano, numa co-produção com a Câmara Municipal, e posteriormente no Circulo de Artes Plásticas de Coimbra, o comissariado tem vindo a desenvolver para as exposições novos conteúdos que acompanham o núcleo central composto pelas 80 obras seleccionadas. Cada exposição é única no seu layout, nos registos vídeo originais das obras da região, na parede/mesa que reúne os elementos de um processo de trabalho e de reflexão do comissariado, que se estenderá ao longo da totalidade do processo de itinerância, contribuindo com conteúdos originais para cada uma, ou na vizinhança, partilha, emparelhamento com outras propostas culturais.

Nos Jardins Efémeros, a partilha do espaço com os trabalhos e olhares urbanos e politizados de Alexandre Farto/Vhils, Duarte Belo e Miguel Januário, permite estabelecer novos cruzamentos e acrescentar ou confirmar pistas para a leitura dos temas lançados.

Procurando entender o contexto em que cada mostra HP 12-14 se faz, o destaque é dado às obras geograficamente vizinhas de Viseu, mesmo que de territórios tradicionalmente pouco articulados com a cidade, de onde de resto está ausente qualquer obra nesta selecção: Ampliação Móveis Viriato, Paredes, de Nuno Brandão Costa; Capela Particular no Paço Episcopal de Lamego, de Manuel Botelho; Casa Lagartixa, em Ariz, Marco de Canaveses, de Paula Ribas, Nuno Valentim + Gémeo Luís (designer); e Recuperação da Casa da Granja, Amarante, de José Bernardo Távora.

O processo de resgate da economia portuguesa pressupôs um reajustamento como consequência deste estado de suspensão e reavaliação do seu estado anterior. Os processos de crise foram sendo historicamente momentos fecundos para a arquitectura e para a sua história. Como podemos então ver e perceber este por que passamos agora? Se a arquitectura está sob resgate, como é o seu reajustamento?

Debate
Mundo Português: identidade e desintegração

Dia 5 de Julho / 19h00 

Oradores
Dalila Rodrigues (historiadora de arte)
Álvaro Domingos (geógrafo)
Pedro Silva (arquitecto)
João Mendes Ribeiro (arquitecto)

Moderação
Comissariado HP 12-14

Local
Rua D. Duarte, 60

Conferências/apresentações
Obras Norte II
Dia 6 de Julho / 17h00 

Oradores
Paula Ribas e Nuno Valentim > Casa Lagartixa
José Bernardo Távora > Casa da Granja
Manuel Botelho > Capela Particular no Paço Episcopal de Lamego
Nuno Brandão Costa > Ampliação Móveis Viriato

Moderação
Comissariado HP 12-14

Local
Rua D. Duarte, 60


Toda a informação.


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