agenda
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From Land to the Sea, from House to City – Portuguese and European Urban Issues
10.11.2016
16 de Novembro 2016
14h30
Ministério do Ambiente
Rua de “O Século”, nº63
1200-433, Lisboa

Uma Arquitectura responsável poderá ajudar a encontrar as respostas certas. A Agenda Urbana da UE foi lançada em Amesterdão a 30 de Maio de 2016 e a Cimeira Mundial Habitat III teve lugar em Outubro de 2016 em Quito, onde foi adoptada uma Nova Agenda Urbana. Quais são as principais mensagens para os responsáveis pela criação e desenvolvimento das cidades? O que devem as cidades fazer? Onde se enquadra a arquitectura e o planeamento urbano?

Boas vindas – João Santa Rita, Presidente da Ordem dos Arquitectos

Introdução – Pedro Belo Ravara, Coordenador da Task Force do CAE Arquitectura Responsável

Agenda Urbana da EU e a sua implementação em Portugal – Eng. Carlos Martins, Secretário de Estado do Ambiente

A Nova Agenda Urbana – Eugen Panescu, Vice Coordenador do Grupo de Trabalho do CAE Urban Issues

Apresentação do Quadro Europeu de Referência para as Cidades Sustentáveis (RFCS) – Pedro Bizarro, Conselho de Municípios e Regiões da Europa

Apresentação do Programa URBACT – Elisa Vilares, Ministério do Ambiente, Chefe de Divisão de Desenvolvimento Territorial e Política Urbana

Combate à Pobreza e à Segregação Social – Painel de Discussão 1

Os arquitectos podem e devem apresentar soluções integradoras para quotidiano das cidades. Como poderão os arquitectos estar mais envolvidos com as comunidades recorrendo à sua prática profissional melhorando, dessa forma, o espaço público e, consequentemente, as suas comunidades. A exigência social para a arquitectura está a mudar, como tal, os arquitectos devem procurar encontrar o seu papel.

Fernando Nunes da Silva, Instituto Superior Técnico (Lisboa)

Isabel Raposo, Faculdade de Arquitectura de Lisboa

João Nunes, Arquitecto Paisagista (Lisboa)

Arquitectura Aproxima as Pessoas: Áreas Degradadas e Edifícios Devolutos são um Particular Foco de Interesse – Painel de Discussão 2


O espaço público é uma das melhores ferramentas para se potencializar a coesão social, nomeadamente, através da “New City Use”, como por exemplo, através da mobilidade social, do ensino ao ar livre, da resiliência ao clima agressivo e do lugar ao debate público. O uso e reutilização temporária de edifícios e espaços abertos catalisam futuras possibilidades. Como a maioria das cidades busca futuras oportunidades que lhes permitam abrirem-se aos novos desafios da contemporaneidade, a Regeneração Urbana poderá, às vezes, ser uma “espada de duas lâminas” – Quais serão as metas a alcançar por forma a evitar o aparecimento de mais problemas para as cidades?

Eugen Panescu, membro do Executive Board do CAE; co-chair do WG Urban Issues

Pedro Dinis, representante da Câmara Municipal de Lisboa

Tiago Mota Saraiva, arquitecto (Lisboa)

Outros convidados:

- Programa Polis, Eng. Cândida Pestana;

- João CABRAL, Colégio dos Urbanistas da Ordem dos Arquitectos;

- Jorge Bonito Santos, Ordem dos Arquitectos;

- Associação Portuguesa dos Arquitectos Paisagistas;

- Ordem dos Engenheiros;

- Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa;

- Conselho Consultivo da Faculdade de Arquitectura de Lisboa


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