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XVI BIENAL INTERNACIONAL DE ARQUITECTURA DE BUENOS AIRES
02.10.2017
9 a 20 de Outubro
Carrilho da Graça: Lisboa
Exposição
Conferência de João Luís Carrilho da Graça
11 de Outubro, 19h15

Desde 1985 que a Cidade de Buenos Aires é anfitriã de uma das mais destacadas celebrações da cultura arquitectónica internacional. A Bienal Internacional de Arquitectura de Buenos Aires é um dos eventos mais importantes da região na temática da arquitectura.

Durante o evento Buenos Aires converte-se num espaço de cruzamento de diálogos culturais, conferências de arquitectos reconhecidos a nível mundial e exposições que colocam a arquitectura no centro do debate.

A longo dos seus 32 anos, a Bienal contou com a presença de grandes arquitectos reconhecidos a nível mundial: Richard Meier, Hans Hollein, Paulo Mendes da Rocha, Jean Nouvel, Richard Rogers, Norman Foster, Toyo Ito, Zaha Hadid e Alejandro Aravena.

Acompanhe toda a programação aqui.


Portugal far-se-á representar pelo arquitecto João Luís Carrilho da Graça através de uma exposição, Carrilho da Graça: Lisboa, e uma conferência.


"Para construir o mais adequado temos de olhar à nossa volta. Temos de dominar o carácter físico e químico do que existe e do que queremos construir. Mesmo que tenhamos a crença — umas vezes mais fundada do que outras — de que a cidade construída é maravilhosa e de que as antigas soluções podem ainda ser válidas, a dúvida assalta-nos. A obrigação dos construtores é optimizar ao limite a utilização da energia e dos meios disponíveis. Será que os nossos sempre limitados recursos se podem empregar em reproduções românticas do passado?
Afinal, a construção mais desejada, mais sonhada, é a que corresponde ao programa — na sua universalidade —, ao lugar — no sentido aberto em que o procuramos — e a uma materialização adequada, durável e elementar.”

excerto de "Revelação (em sentido fotográfico)", in Carrilho da Graça: Lisboa, catálogo de exposição)

A conferência, intitulada "Lisboa", abordará a forma particular como Carrilho da Graça convoca o território (e o seu papel como repositório de ocupação e agência humanas) para o processo de projecto como parte de uma metodologia de desenho e acção, permitindo uma síntese que subjaz ao conjunto da sua obra.



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