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Diogo Lino Pimentel (1934-2019)
28.01.2019
Dia 29 de Janeiro, missa pelas 13h na Rua Lagares D'el Rei, 2 em Lisboa. Funeral às 14h30, no cemitério de São Pedro, em Sintra.
A Ordem dos Arquitectos lamenta profundamente o falecimento do Arquitecto Diogo Lino Pimentel, membro da OA n.º 340, homenageado com o título de membro honorário da Ordem dos Arquitectos em 27 de Outubro de 2017.

Desempenhou vários cargos e desenvolveu um trabalho associativo meritório desde o Sindicato Nacional dos Arquitectos, tendo feito parte da direcção no exercício de 1969/1971. Manteve esta sua dedicação à instituição, tendo sido eleito como suplente para o Conselho Directivo Nacional da AAP no mandato 1984/1986 e vogal do Conselho Directivo Nacional da AAP, no mandato 1987/1989, ambos presididos por Nuno Teotónio Pereira.

Dedicou uma particular atenção à arquitectura religiosa, de que destacamos a Igreja de Nossa Senhora do Desterro, Angra do Heroísmo (1984-1985); Igreja do Seminário Dominicano do Olival, Aldeia Nova, Ourém (1964-1965); Igreja de Santo António, Santo António dos Cavaleiros, Loures (1966-1979); Igreja da Sagrada Família, Évora (1993); e como projectista destacou-se em vários concursos, nomeadamente, 2.º classificado no concurso para a nova Sé de Bragança (em co-autoria com Formosinho Sanches) (1964); 3.º lugar no concurso do Projecto para a Torre do Tombo, Lisboa (1982); 2.º lugar no concurso para o remate do Palácio Nacional da Ajuda (1989) e o projecto da Pousada de Álcacer do Sal, (1994-1998).



Licenciado em Arquitectura pela Escola Superior de Belas Artes de Lisboa (ESBAL) em 1959, nos últimos anos do curso de arquitectura Diogo Lino Pimentel integrou activamente o Movimento de Renovação de Arte Religiosa (MRAR), de que foi fundador. Durante o ano de 1960, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, estagiou em Bolonha, no Centro di Studio e Informazione per l’Architettura Sacra, criado pelo Cardeal Lercaro, sob orientação dos arquitectos Giorgio Trebbi e Glauco Gresleri. De regresso a Portugal, em 1961, foi convidado a integrar o recém-criado Secretariado das Novas Igrejas do Patriarcado de Lisboa (SNIP), cuja direcção técnica assumiu desde a fundação até ao encerramento em 2014. De 1976 até 2010 foi consultor da Câmara Municipal de Sintra, vila a que sempre esteve ligado. Foi também membro do Conselho Consultivo do IPPAR. Concentrou a sua actividade de projectista na firma CANON, Lda. que fundou em 1966 com o arquitecto Sebastião Formosinho Sanchez.


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